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Arquivo para a categoria ‘Fatos’

Será que toda cópia é maldita?

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Software gratuito ajuda a controlar finanças do Empreendedor Individual

16/01/2011 2 comentários

Agora os Empreendedores Individuais podem contar com um software para ajudá-los a controlar as finanças do seu negócio. Preocupado com a gestão de pequenos negócios, o Sebrae-DF desenvolveu um programa de computador que ajuda o Empreendedor Individual a cuidar das suas finanças. O AcompanhEI, assim denominado, é distribuído gratuitamente desde dezembro de 2010, auxiliando no controle de receitas e despesas e facilitando a entrega da declaração anual do imposto de renda e das informações relativas a Declaração Anual do Simples Nacional.

Segundo o diretor superintendente do Sebrae no DF, José Carlos Moreira De Luca, o AcompanhEI proporciona aos empreendedores individuais um conhecimento mais aprofundado do negócio, gerando um controle financeiro efetivo da própria empresa.

O gerente de orientação empresarial, Ary Ferreira Júnior, afirma que a solução é uma oportunidade única para os empreendedores individuais, pois sem controle financeiro a empresa enfrenta muito mais dificuldades para crescer. “Pontuando receitas e despesas, os donos de pequenos negócios têm uma visão ampla dos recursos disponíveis para investimentos. Além disso, o tempo para avaliar os gastos e lucros é otimizado”, concluiu Ary.

Além do programa possibilitar o registro de pagamentos e recebimentos ele fornece também relatórios de recebimentos (com gráficos), de pagamentos, além de demonstrativos para que se possa informar na Declaração Anual do Simples Nacional

A cabeleireira Gislene Oliveira acostumada a anotar diariamente todos os gastos e lucros da sua atividade em um caderno,  aprova o novo recurso. Sem nunca ter utilizado um computador antes, a empreendedora não teve dificuldades de utilizar o software. “No orçamento dos materiais da loja vou incluir um computador. Pois colocarei em prática essa gestão informatizada, realmente muito fácil de operar”, disse Gislene.

Acesse a página do AcompanhEI no site do Sebrae clicando aqui.

Baixe o AcompanhEI clicando aqui.

CategoriasContabilidade, Fatos

BrOffice para Leigos lança canal no Youtube

Para quem ainda não conhece e para quem quer aprender ainda mais sobre o BrOffice, o blog BrOffice para Leigos do meu colega Klaibson Ribeiro, lançou ontem um canal no Youtube. O primeiro vídeo é Introdução ao BrOffice.org. Acesse através do link: www.youtube.com/brofficeparaleigos.

 

CategoriasBrOffice, Fatos, Internet

Morre Dr. Antônio Lopes de Sá

09/06/2010 1 comentário

O Contador Professor Doutor Antônio Lopes de Sá, umas das figuras mais reconhecidas e polêmicas da contabilidade, morreu na noite de segunda-feira, 07/06/2010, por volta das 23:00 h em Belo Horizonte, vítima de aneurisma cerebral.

O corpo do Grande Mestre, como era conhecido, foi velado na sede do Conselho Regional de Contabilidade de Minas Gerais, na rua Cláudio Manoel, 639, bairro Funcionários. O corpo foi sepultado no cemitério Parque Renascer.

Autor de mais de 150 livros, Lopes de Sá era um ferrenho crítico da adoção das chamadas normas internacionais de contabilidade (IFRS, na sigla em inglês). Recentemente, ele escreveu “Normas internacionais e fraudes em contabilidade” (Juruá Editora), considerado o primeiro livro contrário à convergência contábil global publicado no Brasil.

“As denominadas ‘Normas Internacionais de Contabilidade’ carecem de metodologia científica, situando a matéria no campo do casuísmo”, afirma em um de seus escritos divulgados em seu site ( www.lopesdesa.com.br ).

Segundo Lopes de Sá, “a dura crise que assola muitos países foi respaldada por balanços falsos, amparados por ‘normas’ que foram incompetentes para proteger os interesses sociais e econômicos de populações inteiras”. No texto em que opina sobre a necessidade ou não de pequenas e médias empresas seguirem a nova ordem, dispara: “Informar enganosamente é ato que além de ferir a ética é passível de enquadramento penal.”

Para o professor, não existe “obrigatoriedade legal de implantação do novo padrão nas sociedades anônimas que não estejam com ações no mercado de capitais e que não possuam grande dimensão”. A lei prevê uma receita mínima anual de R$ 300 milhões.

A adoção do padrão global no Brasil se dá, segundo ele, sob “forte pressão de interesses diversos de grupos”.

Procurados pelo Valor, alguns expoentes da contabilidade envolvidos no processo de convergência preferiram não se manifestar sobre a morte de Lopes de Sá.

Contador, administrador, economista e doutor em Letras, Lopes de Sá foi indicado para o prêmio Nobel da Paz. Recebeu em 1988 “a maior honraria da classe”, segundo nota divulgada ontem pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), a medalha mérito contábil João Lyra. Foi pioneiro no Brasil da literatura sobre auditoria, normas contábeis, leasing, teoria geral do conhecimento contábil e filosofia da contabilidade.

Juarez Domingues Carneiro, presidente do CFC, afirma que o setor perde uma suas principais referências. “A contabilidade é debitada de um dos seus mais fecundos cientistas. Os fóruns contábeis nacionais e de boa parte do mundo perdem o brilho de um tão aplaudido, quanto querido, mestre.”

Fonte: JusBrasil (1, 2)

Como profissional da área contábil que sou, não poderia deixar de prestar minha homenagem ao célebre Contador Professor Doutor Antônio Lopes de Sá.

“O cenário contábil mundial se contrai, permanecendo em nossa memória o exemplo de dedicação e atuação do Grande Mestre Antônio Lopes de Sá, um ser humano extraordinário que marcou a história da contabilidade no Brasil e no mundo.”

Branquinha, a cadela sarnenta mas alegre e contente!

03/01/2009 6 comentários

Após uma deliciosa viagem de final de ano com destino ao Fazzenda Park Hotel em Gaspar, bem próximo aqui de Navegantes, uma surpresa para minha mulher e eu. Na saída da garagem do nosso prédio, debaixo de um pé de Maria-sem-vergonha, estava “branquinha”, assim chamada por nós.

“Branquinha” é uma cadela de rua, com mais ou menos um ano de idade, aflita por um pouco de comida e descanso. Tomada por uma irritante sarna, não conseguia parar de se coçar. Vendo o estado em que se encontrava aquele animal, nos obrigamos a prestar o mínimo de assistência. Fui até a agropecuária mais próxima e comprei um pouco de ração. Coloquei num pote e ofereci a ela. Comeu que se acabou!

Por volta das 19:00 h, assim que terminei de assistir a Branquinha devorar o pote de ração, um casal que mora em outro apartamento aqui no prédio, saía pelo hall de entrada quando eu estava subindo. Eles compraram um remédio de spray para combater a sarna da Branquinha e perguntaram se eu poderia ajudar. De imediato me dispus a ajudá-los, uma vez que Branquinha precisava urgente de um remédio contra a coceira que não a deixava em paz.

Eu e o vizinho colocamos luvas, uma vez que sarna pode ser transmitida pelos cães aos seres humanos, e seguramos a Branquinha enquanto a vizinha borrifava o remédio no corpo magro e judiado da pobre cadela. Após a aplicação do remédio, agradeci aos vizinhos pela assistência. Deixamos Branquinha no mesmo lugar, próximo a entrada da garagem, e subimos. Fiquei um pouco mais tranquilo ao saber que Branquinha comeu, tomou água e recebeu remédio para sua sarna.

Após subir e conversar um pouco com minha mulher, decidimos ligar para a veterinária que cuida de nosso cão – Arthur Pendragon – a fim de saber o que ela poderia fazer para ajudá-la. Com tamanho coração, e até hoje nunca vi um médico veterinário com um maior do que o de Ana Paula, ela nos disse que passaria na manhã seguinte para aplicar uma injeção antissarna, bastava que déssemos água e comida que ela não iria longe do prédio. Dito e feito!

Na manhã seguinte, às 7:30 h, Ana Paula, a veterinária, estacionava seu carro enquanto observávamos Branquinha comendo sua primeira refeição do dia. Em poucos minutos ela saiu do carro, nos disse bom dia e aplicou a injeção na Branquinha. Pensei que ela iria gritar por causa da agulha, pelo menos é o mínimo que o Arthur faz quando recebe injeções: um escândalo. Mas não, Ana aplicou a injeção com muita tranquilidade e Branquinha nada fez, só se curvou com medo, mas não deu nenhum grito.

Agradecemos a Ana Paula por ter vindo, e ela nos disse que após dez dias viria aplicar outra dose, bastando somente que ligássemos. Perguntamos quanto era a injeção, mas como sempre, ela disse:

- Deixa pra depois, acertamos no final!

Pois bem, naquele dia, 31/12/2008, ficamos mais tranquilos quanto ao estado de Branquinha, uma vez que estava comendo normalmente e recebendo tratamento adequado. Assim como Ana disse, ela não saía mais dos arredores do prédio.

Mais tarde, em função de uma forte chuva ter caído, Branquinha se abrigou no hall de entrada do prédio. Como estava sem tomar banho já fazia algum tempo, uma parte da parede onde ela se encostou ficou suja. No dia seguinte, passei uma esponja com sabão e água e as manchas deixadas por ela sumiram. A partir disso, toda vez que chovia, ou até mesmo o sol ficasse muito forte, Branquinha se abrigava no hall de entrada. Não me importava em ter que lavar o local até que encontrássemos um dono para ela e dar um banho. Só que estava difícil. Ao oferecer para as pessoas, quando dizíamos que ela precisava de tratamento porque estava com sarna, as pessoas não se interessavam muito.

No dia seguinte, ouvimos algumas reclamações em voz alta por causa da cadela que estava se abrigando no hall de entrada. Mas tudo bem, pensei comigo, hoje acho que vamos encontrar um dono para ela. Passou o dia inteiro e não conseguimos ninguém. No dia seguinte, a chuva resolveu cair valendo e Branquinha, que tinha levado algumas broncas por ter dormido no hall de entrada passou a ficar ao relento, mesmo quando chovia. Quando vi ela novamente, debaixo do mesmo pé de Maria-sem-vergonha, onde a encontramos, tremendo de frio e ensopada, não suportei, precisava deixá-la em um lugar seco. Arrumei um papelão e transferi sua caminha para debaixo do telhado do estacionamento. Junto com ela levei o pote de ração e o de água. Assim que abri o portão da garagem e Branquinha entrou no estacionamento, começou a dar pulos muito engraçados. Se sacudiu várias vezes e não sei se tais gestos foram de gratidão ou de alegria por não estar mais na chuva. De qualquer forma, disse a ela que não saísse daquele local. Fiquei com medo que ao se movimentar o sensor de movimento do alarme disparasse. Mas ainda bem que ela sendo pequena, depois de alguns testes, o alarme não disparou.

No quarto dia em que estávamos tentando achar alguém que adotasse Branquinha, lá pelas 17:00 h levei o Arthur  para passear. No caminho de volta, encontrei uma caixa de papelão em frente a loja do Boticário, no centro da cidade e resolvi levar a caixa para que Branquinha pudesse dormir melhor naquela noite, uma vez que dos contatos que fizemos, novamente ninguém se interessou. Chegando no estacionamento, abri o portão e Branquinha não estava. Pensei comigo: ela deve ter saído para dar uma volta. No início da noite, recebemos uma visita muito especial: meu Pai, minha Mãe e minha avó Parasquévia, ou mais conhecida como Baba, que estava passeando por aqui lá de Porto União, norte do Estado e divisa como Paraná. Para recebê-los, desci até a calçada e resolvi dar uma olhada no estacionamento, a fim de verificar se Branquinha já tinha voltado. Infelizmente ainda não. Pior ainda, segundo a vizinha que aplicou o spray antissarna em Branquinha, alguém do prédio pediu que levássem-na para longe, a fim de que não ficasse mais pelos arredores do prédio, muito menos no estacionamento.

Recebendo a notícia e vendo que Branquinha não iria mais voltar, sentimos uma enorme tristeza. Torcemos para que a pessoa que a levou tenha deixado em boas condições e a mesma não esteja sofrendo ou tenha morrido. Sendo assim, deixo aqui as fotos de Branquinha, caso alguém a veja, por favor, não a maltrate, apenas alimente-a, adote-a ou procure um dono, que é o que ela precisa.

A cadela sarnenta mas alegre e contente!
Branquinha! A cadela sarnenta, mas alegre e contente!
Eu ao lado de Branquinha!
Eu ao lado de Branquinha!
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